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Archive for julho \31\UTC 2008

Se não chover hoje, este será o julho com taxas de umidade mais baixas desde 1943, quando o Inmet começou a medir

DA REPORTAGEM LOCAL
DA FOLHA RIBEIRÃO

O mês de julho deste ano deve ser o mais seco na capital paulista desde 1943, ano em que o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) inaugurou a sua estação em Santana (zona norte) e começou a fazer medições na cidade.
Os recordes anteriores em julho foram nos anos de 1961 e 1974, quando choveu 0,4 mm. Neste mês, porém, não houve registro de chuva pelo Inmet. Na quinta-feira da semana passada, chuviscou em pontos isolados do município, mas em quantidade muito insignificante no local onde está o pluviômetro (instrumento que mede a quantidade de chuva). (mais…)

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O estilo Danone

Época Negócios

Empresas norte-americanas estão ganhando espaço na mídia com os anúncios de novas iniciativas ambientais. O Bank of America anunciou que vai investir US$ 20 bilhões em projetos ambientais durante a próxima década. O Citigroup, US$ 50 bilhões. A General Electric alega que a receita de sua iniciativa “ecomagination” duplicou para US$ 12 bilhões em apenas dois anos, chegando a atingir surpreendentes US$ 50 bilhões em pedidos já feitos por clientes. E a Wal-Mart, depois de anos sofrendo crescentes ataques de ativistas, lançou programas em área tão diversas quanto energia renovável e pesca sustentável. Sem dúvida, são tendências bem-vindas, especialmente quando a administração Bush parece estar empenhada em deter o avanço de questões críticas como as mudanças climáticas. Mas há o risco de que a crescente e competitiva bandeira ecológica nos Estados Unidos desvie a atenção de mudanças igualmente interessantes que estão acontecendo em outros lugares.

Veja a França, por exemplo. Apesar de serem famosos pela qualidade de sua comida e de seus vinhos, os franceses não são conhecidos pelo seu apetite por desenvolvimento sustentável. Mas as coisas podem estar mudando, com empresas como Danone, Lafarge e Suez avançando nessa área. A Suez adotou a sustentabilidade em sua busca de oportunidades de mercados relacionados a energia, água e infra-estrutura. A Lafarge lidera a indústria de cimentos no que diz respeito à divulgação de informações sobre as emissões de gases do efeito estufa. Ainda mais interessante é o Groupe Danone, conhecido pela marca de água Evian e pelos iogurtes. A Danone não apenas comprou uma das principais empresas de alimentos orgânicos dos EUA, a Stonyfield Farm, como também acaba de formar uma inovadora parceria social com o Grupo Grameen em Bangladesh – e existem conversas sobre o lançamento de um fundo bastante incomum para dar apoio ao microcrédito em todo o mundo.

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Os especialistas sobre as questões de mobilidade relevam que as mudanças de comportamento da população francesa começaram a ter um impacto global sobre a circulação rodoviária desde 2005. “Nesse ano, pela primeira vez desde que existem estatísticas, constatamos uma diminuição de 1,4% na circulação de automóveis na França. Mesmo se os dois anos seguintes foram marcados por uma relativa estabilidade, isso constitui uma evolução considerável em relação às décadas de forte crescimento”, explica Jean-Marie Guidez, pesquisador do Certu (Centro de Estudos sobre as Redes, os Transportes o Urbanismo e as Construções Públicas). Pesquisas locais, conduzidas em Lyon, Lille, Rennes, Reims e Rouen, confirmaram essa tendência com, pela primeira vez, em 2006 e 2007, uma redução na participação relativa dos automóveis nos deslocamentos. “Até aí, a parte correspondente aos automóveis não havia cessado de aumentar apesar dos esforços realizados em matéria de transportes coletivos”, sublinha Guidez.

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correio internacional

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Agencia Estado

SÃO PAULO – Metrópole “viciada” em automóveis, com uma frota de 6 milhões de carros, São Paulo está longe de privilegiar o transporte alternativo em bicicletas, comum em grandes cidades do mundo. A capital tem apenas 23,5 quilômetros de ciclovias ante 625 km em Berlim, 379 km em Paris, 400 km em Amsterdã e 300 km em Bogotá e em Copenhague. Pior: as melhores ciclovias paulistanas ficam em parques, que concentram 19 quilômetros. As de rua, como nas Avenidas Sumaré e Faria Lima, estão inoperantes e em péssimas condições.
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Mundo Sustentável

Num cenário de crise ambiental sem precedentes, cultivada nas entranhas de um modelo de desenvolvimento que vem exaurindo numa velocidade assustadora os recursos naturais do planeta, com impactos negativos sobre a qualidade de vida da população, não basta denunciar o que está errado. É preciso sinalizar rumo e perspectiva, dar visibilidade às soluções sustentáveis que fertilizam o campo das idéias para a semeadura de um novo tempo, de um novo projeto de civilização. Estas são as questões abordadas em Mundo Sustentável, livro do jornalista André Trigueiro que a Editora Globo está lançando.

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A Glaucia (Ethos) coordenadora pela divulgação das diretrizes do GRI no Brasil enviou um email explicando detalhadamente o que significa o GRI:

O Brasil é o único pais no mundo a ter um “ponto focal” no local para ajudar a disseminar as diretrizes do GRI

A Global Reporting Initiative (GRI)

Criada em 1997 a partir da reunião de ambientalistas, ativistas sociais e representantes de fundos socialmente responsáveis, a GRI é uma organização multistakeholder, sem fins lucrativos, que desenvolve uma Estrutura de Relatórios de Sustentabilidade adotada por cerca de 1.000 organizações, em todo o mundo.

Com longa tradição em relatórios exclusivamente financeiros, as empresas vêm percebendo que, ao elaborar relatórios de sustentabilidade, encontram um caminho para refletir e internalizar o tema, além de tornar públicos sua própria visão, desafios e resultados econômicos, sociais e ambientais. Criam, assim, uma plataforma de comunicação e de diálogo com seus públicos (stakeholders).A visão da GRI é que os relatórios de desempenho econômico, ambiental e social elaborados por todas as organizações se tornem tão rotineiros e úteis quanto são os tradicionais relatórios financeiros. Para alcançar tal objetivo, a GRI reúne uma rede de milhares de especialistas, em dezenas de países, que contribuem para o seu desenvolvimento. Hoje, a Estrutura de Relatórios de Sustentabilidade está disponível em 13 idiomas, inclusive o português.

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