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Archive for abril \26\UTC 2010

O Tema principal do Network Symposium 2010 será:

“O Futuro da Mobilidade: Necessidade, acessibilidade e Implementação”

Pesquisa e Planejamento para a mobilidade sustentável

O aumento contínuo efeitos negativos do tráfego, bem como os estrangulamentos resultantes e os problemas ambientais exigem a implementação do transporte intermodal, sistemas de passageiros eficientes, responsáveis  pela  mobilidade no futuro. Mobilidade sustentável é, portanto, uma dos maiores desafios que a sociedade enfrenta hoje.

Com o objetivo de criar soluções integradas para problemas da mobilidade através de um trabalho interdisciplinar, 15 cientistas da Universität Stuttgart uniram-se para criar Centro  FOVUS de Pesquisa em Transporte na Universität Stuttgart.

Uma das principais atividades do FOVUS é a organização do Simpósio Internacional “Redes de Mobilidade”, que acontece a cada dois anos em Stuttgart, na Alemanha. Ele oferece a oportunidade para os representantes das ciências, da indústria e da política se reunirem  para discutir o futuro da mobilidade e do transporte. Após o sucesso simpósios em 2002, 2004, 2006 e 2008, o 5 º Simpósio Internacional “Redes de Mobilidade” será realizado de 30 setembro – 1 outubro de 2010.

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Nos países desenvolvidos uma empresa não pode mudar para um novo empreendimento imobiliário  se não comprovar se haverá estacionamento necessário para todos os colaboradores que possuem carro, ou para quem faz opção de utilizar o carro para se deslocar até a empresa. O que acontece em São Paulo atualmente é que essa permissão é exigida da construtora, que muitas vezes não sabe a quantidade de trabalhadores, fornecedores  que irão se deslocar para aquele empreendimento.  Então é feito uma suposição de uma possível demanda que obviamente é subestimada.

Calcula-se que cerca de 70% dos colaboradores  de qualquer empresa utilizem automóveis para realizarem seus deslocamentos ao trabalho. Isso significa por exemplo, que uma empresa sediada na Região da Av. Berrine na zona sul de São Paulo, (um dos maiores pólos geradores de tráfego do Brasil), com cerca de 5.000 funcionários necessita de 3.500 vagas de estacionamentos para acomodar todos estes carros.  Estes índices de mobilidade corporativa é muito parecida com os índices de mobilidade  dos países desenvolvidos e muito distante da realidade da mobilidade local,  incluindo  resto da população informal  que circula pela cidade onde sequer tem acesso ao transporte público. Quando um novo empreendimento deste porte é inserido num local, também gera uma quantidade de deslocamentos indiretos, tais como novos restaurantes, serviços diversos, camelôs, postos de gasolina, academias, shopping que começam a coexistir e movimentar a economia local, aumentando o mercado informal, aumentando o trânsito e a demanda por transporte público.

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Após o ciclo de estudos sobre a mobilidade sustentável espacial nas cidades desenvolvidas, entendemos que é fundamental a participação da iniciativa privada no combate aos impactos negativos da política urbana voltada para o tráfego de automóveis, sobretudo nos países em desenvolvimento que leva a um círculo vicioso de mais infraestrutura , mais trânsito. Cujo impacto na cidade  é uma das barreiras para o desenvolvimento economico, social e ambiental do país.

Por que uma empresa deveria se preocupar com a Mobilidade sustentável?

Construímos o gráfico abaixo para ilustrar  como a mobilidade permeia toda a empresa e seus impactos na cidade e nos negócios:

Gráfico de Mobilidade sustenteavel corporativa

Grafico de Mobilidade Corporativa desenvolvido pela Green Mobility

Leia mais sobre o significado do gráfico:

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Segundo o jornal  Folha de São Paulo, a poluição por ozônio vem crescendo em São Paulo, nos  últimos 90 dias o ar ficou entre regular e péssimo em 73 dias.

Av. Nações Unidas as 8:00 h da manhã, congestionamento diário.

O relatório de qualidade do Ar que a Secretária estadual de meio ambiente divulgou no mês passado, o  governo paulista  gastou em internações decorrentes da poluição do ar, cerca de  R$ 132.769.438,85 em 2008.

O relatório ainda aponta que as “concentrações de poluentes atmosféricos acarretam afecções agudas e crônicas no trato respiratório” e que “a maior incidência de patologias, tais como asma e bronquite, está associada às variações das concentrações de vários poluentes atmosféricos” e o pior, “a mortalidade por patologias do sistema respiratório apresenta uma forte associação com a poluição atmosférica”.

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Hoje, dia 22 de abril, realizamos  uma palestra sobre Mobilidade sustentável cujo tema era  “Como reduzir os impactos sociais, econômicos e ambientais através de um novo olhar para a rua, o transporte e como nos relacionamos com a cidade”.

Grupo do Reos Partners/ Change Lab na Av. Paulista com a Green Mobility

A idéia era introduzir o assunto, traduzindo a transversalidade para um grupo de interessados  sobre  mobilidade durante  o Change Lab  da  REOS Partner em São Paulo. O Change Lab  é uma forma de abordagem para inovação em sistemas sociais complexos. Já foi utilizado em outros países para tratar  problemas como Mudanças Climáticas, Educação, Desnutrição, Finanças sustentáveis e HIV. Três livros recentes descrevem a prática e teoria que fundamentam esse trabalho: “Resolvendo Problemas Complexos: uma forma aberta de falar, ouvir, e criar novas realidades” de Adam Kahane, “Theory U: Learning from the Future as it Emerges” de Otto Scharmer e “Power and Love”, de Adam Kahane.

O curso aconteceu num sítio 40 km da cidade de São Paulo e o Público era bastante multidisciplinar, Executivos de empresas,  Gestores Ambientais, Cientistas Sociais, ONGs, Artistas, líderes comunitários entre outros… É incrível ver como as pessoas tem visões e percepções  tão díspares da realidade da mobilidade da cidade.

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Por João Paulo Amaral (Fonte: FelizCidadeFeliz)

Em meu caminho rotineiro para o trabalho de bicicleta pego a dolorosa (porém, a meu ver, uma das menos piores) subida da Rua Bela Cintra para chegar à Avenida Paulista. Por ser uma subida, acabo pedalando sentado, em marcha leve, curtindo o movimento na calçada, as pessoas dos comércio local e os cachorros passeando, observo os restaurantes que me dão água na boca, mas pelos preços acaba deixando um gosto amargo, e as loucuras que os motoristas fazem no trânsito…. (mais…)

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